STFRepercussão GeralDireito Tributário e Processual Civil16 visualizações
Tema 1184/STF: Extinção de execuções fiscais municipais de pequeno valor sem interesse de agir na ausência de cobrança extrajudicial
Tribunal / ÓrgãoSTF · Tribunal Pleno
Processo / ClasseRE 1.355.208/SC (Tema 1184)
RelatorMin. Cármen Lúcia
Data de Julgamento16/10/2024
Tese Jurídica Firmada:
É legítima a extinção de execução fiscal de baixo valor por falta de interesse de agir tendo em vista o princípio constitucional da eficiência administrativa, respeitada a fixação em ato do Poder Judiciário de valor de alçada e a exigência de prévio protesto da certidão de dívida ativa ou conciliação administrativa.
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🎯 O que foi julgado: O tribunal analisou a controvérsia sobre Direito Tributário e Processual Civil envolvendo Tema 1184/STF: Extinção de execuções fiscais municipais de pequeno valor sem interesse de agir na ausência de cobrança extrajudicial.
⚖️ O que foi decidido: É legítima a extinção de execução fiscal de baixo valor por falta de interesse de agir tendo em vista o princípio constitucional da eficiência administrativa, respeitada a fixação em ato do Poder Judiciário de valor de alçada e a exigência de prévio protesto da certidão de dívida ativa ou conciliação administrativa.
💡 Aplicação prática na advocacia: Pode ser utilizada como precedente vinculante ou persuasivo em petições iniciais, recursos e contestações para fundamentar pedidos de tutela ou mérito.
Ementa Oficial
CONSTITUCIONAL E TRIBUTÁRIO. REPERCUSSÃO GERAL. TEMA 1184. EXECUÇÃO FISCAL DE VALOR IRRISÓRIO. EFICIÊNCIA DO PODER JUDICIÁRIO. EXTINÇÃO POR FALTA DE INTERESSE DE AGIR. CONDICIONAMENTO AO PRÉVIO PROTESTO DA CERTIDÃO DE DÍVIDA ATIVA (CDA) E NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL. 1. É legítima a extinção de execução fiscal de baixo valor pelas instâncias ordinárias por ausência de interesse processual, se o ente tributante não demonstrar a tentativa prévia de cobrança pelas vias extrajudiciais e protesto de títulos.
O STF validou a política judiciária de desjudicialização da cobrança tributária para valores irrisórios em harmonia com a Resolução CNJ nº 547/2024, impondo racionalização e meios extrajudiciais mais céleres e econômicos.